Cor pastel Minha matiz intermitente Minha voz eloquente Meu grito esperança Meu coração que clama
Meu ouvido que se proclama Eterno amigo seu Meu passado é escudo Dos guerreiros das astronaves Meu presente é robusto E meu futuro uma trapaça Emaranhei no teu sangue minha vida Carne e sangue da alma minha.
A cortina da vida Ora! Ora! Ora! A cortina da vida O pano O véu que encobre as horas
O corpo que peleja A moçoila na porta da igreja A luz centelha na fresta espessa clareza A caverna do homem É a cabeça É a teia É a veia A tua na minha É a minha que corre para as tuas. Brás Cubas.