Larga mão desse estrume
Derruba logo e depressa esse tapume
Esse brilho arraigado nos teus olhos estrelares
Deixa de lado essas imbecilidades
E teu frívolo lustre
Abre o código das estrelares galáxias
Essa química que no infarte renasce
Cresce sua verve e late
Deixa teu cachorro sem corrente correr no matagal verde
Abre essa joça de coração maltrapilho
Assina com nanquim esse ladrilho
Eu já me revi no retrovisor
Um expresso Oriente já por aqui passou
Um equinócio me falou de tua casta
Chuta esse tapume e brilha vaga-lume!
Brás Cubas.

