Saindo da zona de conforto a formiguinha dançava como bailarina
Saindo da zona de conforto quase todo mundo dança o Bolero de Ravel
Joga a trança da Rapunzel
Que o soldado já ditador marcha no quartel
Saindo da zona
O homem já refestelado
Já olha a mulher de lado
Saindo da zona de conforto
Sou a sobrancelha do olho
Saindo da zona de conforto o carpinteiro arteiro
Faz sua arte caseira
Sua poesia corre ligeira
No leva e traz do homem de paz
Saindo da zona de conforto
O homem acredita no sonho
E goza e se satisfaz
Faz mais e mais
Labuta na luta
Recria a branca neve
Assim como num beijo de lua
Assoa o nariz
Perlimpimpim
Brás Cubas codinome errata
Entra e sai de mim
Vem sem fim
Poesia sim
Saindo da zona de conforto
Deixo a folha cheia de letrinhas negras
Colorindo o imaginário
Do vigário
E do querido vigarista
A besta já te avista no fim do túnel
Apaga o apagão
Batiza a besta do pagão
Porque somente o crente vê
Todo o resto é cego
A verdade de Deus.
Brás Cubas.
Saindo da zona de conforto quase todo mundo dança o Bolero de Ravel
Joga a trança da Rapunzel
Que o soldado já ditador marcha no quartel
Saindo da zona
O homem já refestelado
Já olha a mulher de lado
Saindo da zona de conforto
Sou a sobrancelha do olho
Saindo da zona de conforto o carpinteiro arteiro
Faz sua arte caseira
Sua poesia corre ligeira
No leva e traz do homem de paz
Saindo da zona de conforto
O homem acredita no sonho
E goza e se satisfaz
Faz mais e mais
Labuta na luta
Recria a branca neve
Assim como num beijo de lua
Assoa o nariz
Perlimpimpim
Brás Cubas codinome errata
Entra e sai de mim
Vem sem fim
Poesia sim
Saindo da zona de conforto
Deixo a folha cheia de letrinhas negras
Colorindo o imaginário
Do vigário
E do querido vigarista
A besta já te avista no fim do túnel
Apaga o apagão
Batiza a besta do pagão
Porque somente o crente vê
Todo o resto é cego
A verdade de Deus.
Brás Cubas.






