L' opera del giorno Artemisia Gentileschi, Giuditta e l'ancella 1614 -20 ca
Que do véu do tântrico ventre cavernoso
milhões em sumários vasos capilares
hirto em plena luz do parto
o halo sangrento da coroação dos vermes
que cantam em Operetas peristálticas
sopram do ventre masculino sobre o diafragma feminino
o sobressalto da Soprano e do Tenor
Pudera que terror! Seria o arauto dos fluídos de compaixão do compositor?
Eis que vós de nada sabeis
Ides ao habitué e confrontarás as depravações
As deportações e as deplorações das amas de leite negras
Crede na fé dos homens onde deus se esconde em cada palavra
Funde o rito e o beneditismo que flauteava minhas precatórias
E senta-te ao lado das nuvens dos anjos verdejantes, pois o céu está de boca aberta
O que planta-se nessa nossa terra?
Eu deveras saber da lápide e do horror dos soldados e dos segredos de suas tumbas
Eu soubera que o fim duma era começou noutra
E que tudo gira.
Brás Cubas.
Que do véu do tântrico ventre cavernoso
milhões em sumários vasos capilares
hirto em plena luz do parto
o halo sangrento da coroação dos vermes
que cantam em Operetas peristálticas
sopram do ventre masculino sobre o diafragma feminino
o sobressalto da Soprano e do Tenor
Pudera que terror! Seria o arauto dos fluídos de compaixão do compositor?
Eis que vós de nada sabeis
Ides ao habitué e confrontarás as depravações
As deportações e as deplorações das amas de leite negras
Crede na fé dos homens onde deus se esconde em cada palavra
Funde o rito e o beneditismo que flauteava minhas precatórias
E senta-te ao lado das nuvens dos anjos verdejantes, pois o céu está de boca aberta
O que planta-se nessa nossa terra?
Eu deveras saber da lápide e do horror dos soldados e dos segredos de suas tumbas
Eu soubera que o fim duma era começou noutra
E que tudo gira.
Brás Cubas.
