Caro alter ego emérito Sois o Fogo possuído em tua própria masmorra Sois a minha rouquidão e te imploro paciência inglório foi teu fim pela mão de um Machado. Assis lhe deu um velório peremptório e eu lirico fico aqui pós mortem e te abro a brisa lho cedo a vida e minha coroa que será vossa onde tu reinaras e sobre teu reino morarão as Araras e cantarão teus versos até os invejosos de ti - a palavra caída do bico dos Rouxinóis eles cantarão teus remendos os tecendo com mis-an-plis. Heterônimo por um dejavi Claridade metafisica carne suja da esquina e raridade E tu que vens a mim retornas para repassar a tua estoria a limpo Pulando a mureta dos assuntos eu lirico lamento o lamurio de teu ego obscuro. E te respiro loucamente de forma materialista. Saravá a ti Brás Cubas.