sábado, 30 de novembro de 2024

Só sambas canção

Samba canção paulista Para você meu amor meu samba é pauleira Samba de bamba para paulista Teu requebrado pecado que quebra a banca O coração que balança no remelexo da Baiana Soteropolitana Teu samba quebrou a banca Quebrou meu coração Por isto faço canção Quebrastes o vidro da desilusão De George Orwell os bichos da revolução Tu escorregas das minhas mãos Feito teu corpo esculpido Em pedra sabão Quebra-quebra a banca do bicho Deu Pavão na cabeça Este amor pavor Preciso te amar por favor É de você que vem meu irmão o sangue venoso O beijo gostoso O travesseiro sedoso E o tamborim na mão Minha mão quer encontrar teu rosto Meus lábios nos beijos teus Querem fazer canção Quebrastes o vidro da desilusão De George Orwell os bichos da revolução É que este amor de berço Nem sei se mereço Só sei que assoviei Este samba canção. Antonio Marcos Abreu de Arruda. Rio de Janeiro. RJ Samba do par romântico quando a lágrima cair a chuva vai partir meu amor pela porta sair a Primavera chegar com flores para te ninar aconchego do teu nego do teu amigo, o velho mar beijo o molejo da onda do mar vem à casa de alma minha vem brejeiro pra me amar cantar canções dum amigo fazer amor contigo quase um bolero consigo a luz lunar Antonio Marcos Abreu de Arruda Samba quebra-queixo Quebra e requebra a ceroula Quebra-quebra rebola crioula E o bico do teu beijo beija-flor É d'oiro Quebra-quebra onda balança Navio no mar Quebra-quebra requebra feito criança Quebra-quebra Quebra-cabeças Rodin, o homem que pensa O pensador Quebra e requebra onda do mar O pescador Quebra-quebra a ave Esperança Meu sorriso de infância O mar já levou Antonio Marcos Abreu de Arruda Samba da nega fulô Ô nega do Santo Que santo é esse Que a saia levanta Que o cabelo teu assanha Que Santo Ogunhê Do quererê Ô minha nega fulô Me dê logo um alô E depressa me diga Ô nega do Santo Que Santo é esse Teu pai é Ogum Ele canta em nagô Sim sinhô sinhá Tua boca tem mel Teu céu da boca Meu amô Ô nega que Santo é esse Do samba que ensaboa A roupa da nega louca Ô nega que Santo é esse Na cristaleira No cristalino No teu olho o olhar Do amor do amar Ô nega do Santo Que Santo é esse Que Santo é esse Que Santo é esse? Antonio Marcos Abreu de Arruda Sambinha do amor meu amor amor amor meu teu mel favo afago no abraço teu amor amor amor meu meu olhar fotográfico é só teu no teu Camafeu Amor amor amor meu Minha onda no teu mar morreu amor amor amor meu amar no mar amor meu o sapato no coração meu amor amor amor meu beleza, a tristeza lágrima amor amar no mar meu a bomba sanguínea máquina dos Colibris Prometeu Antonio Marcos Abreu de Arruda Samba pra ele. É ele, que eu ainda amo Que seu nome proclamo Feito um samba canção É ele, neste amor Nesse mar da ilusão É ele, que ainda conclamo Par no meu ímpar Mar na canção Teus olhos marujo no meu mar Teus olhos no meu mar a navegar Teus lábios nos meus passeando devagar É ele, hoje e sempre Primavera e canção As flores são dele Os beijos do Beija-flor Assovio canção São dois olhinhos infantis Na chuva que me molho Fazendo canção Paraty É ele, hoje e sempre Primavera e canção As flores são dele Os beijos do Beija-flor Assovio canção É ele, hoje e sempre Primavera e canção As flores são dele Os beijos do Beija-flor Assovio canção Minha mão beija a dele Num tango canção Meu par em par Meu camarada Meu tudo Meu nada Meu passarinho canção Samba em mim Samba na minha pele Samba, Nos meus apelos Samba, Nos meus ouvidos Se faz de amigo Samba de amigo Danço contigo Samba, Nos meus conselhos Samba, Na minha pele Samba, Que se rebele Samba, Pra bamba O verbete Samba amor canção Samba na minha mão Samba meu irmão Samba, Que a chuva caiu do quintal da ilusão. Antonio Marcos Abreu de Arruda. Um sambinha assim, assim ó Que mexe, remexe e bole Que mexe, remexe e bole Que mexe, remexe e bole Um samba assim amor Pra você oh, flor! Este samba mexe as cadeiras Requebra no gingado Não me mate as Trepadeiras Do muro de dona Celeste Este samba sincopado No talher Garfo, faca e prato Este samba é pra carioca da gema gemer É pra dançar feito sapateado Dá vontade de comer deitado Dança, samba, a turba santa Abre a roda na ginga do capoeira Qualquer rima é besteira Larga as sandálias de lado Entra e gira na roda E vem sambar Vem comigo amigo Vem sambar Fitei o peito do sujeito Era tambor Coração na canção Só sossego Só sossego Só sossego Um só carinho na minha mão Um chamego nego Abriu um céu de guarda-chuva Cai não O pingo d'água na minha mão Cai não Ó nego Teu rosto rupreste Tua arte rebelde Tua rebeldia Ensaboa de boa Beijo de lingua Liquidificador na boca A maré que não traz Bela flor Meu rapaz Num canto de paz Um sambinha assim, assim ó Que mexe, remexe e bole Que mexe, remexe e bole Que mexe, remexe e bole Um samba assim amor Pra você oh, flor! Este samba mexe as cadeiras Requebra no gingado Não me mate as Trepadeiras Do muro de dona Celeste Este samba sincopado No talher Garfo, faca e prato Este samba é pra carioca da gema gemer É pra dançar feito sapateado Dá vontade de comer deitado Dança, samba, a turba santa Abre a roda na ginga do capoeira Qualquer rima é besteira Larga as sandálias de lado Entra e gira na roda E vem sambar Vem comigo amigo Vem sambar Este samba amor É só teu oh!Flor Este samba canta a minha dor Pede licença por favor Este samba fez-se meu cobertor Lágrima que escorre Meu dissabor Este samba meu amor É todinho teu oh,flor! Este samba ateu Até duvido de Deus O amor que a mim ele prometeu É no teu corpo Que minhas mãos correm Feito criança e solidão Soluço, agonia e solução Imagem de teu corpo violão Quero tocar este samba canção Porque este samba amor É só teu oh!Flor Antonio Marcos Abreu de Arruda