sobre o pescoço pende a mão
donde o colarinho branco
traça o peito anco
e vou dizer-lhes que hão
sobre esse chão
esse corpo que em passos vos pisa
essa mão e os pés ligeiros
subindo a íngreme torre de Pisa
peles e vergueiros
que se assemelham a vermelhidão
que sobre esse escrito a mesa exposto
as lágrimas de teu desgosto
um céu aberto e um varão
sobre a envergadura dos teus braços
foi perdido o meu abraço
e de retorno a tua mão
vou desdizer
que a mão é um fio de navalha
que tricota o passado do passaralho
mão que desatina em bugalhos
riu de mim no ato
que executo em firme gesto
é muito mais que incesto
a luz do sol vos desbravo.
Brás Cubas.
donde o colarinho branco
traça o peito anco
e vou dizer-lhes que hão
sobre esse chão
esse corpo que em passos vos pisa
essa mão e os pés ligeiros
subindo a íngreme torre de Pisa
peles e vergueiros
que se assemelham a vermelhidão
que sobre esse escrito a mesa exposto
as lágrimas de teu desgosto
um céu aberto e um varão
sobre a envergadura dos teus braços
foi perdido o meu abraço
e de retorno a tua mão
vou desdizer
que a mão é um fio de navalha
que tricota o passado do passaralho
mão que desatina em bugalhos
riu de mim no ato
que executo em firme gesto
é muito mais que incesto
a luz do sol vos desbravo.
Brás Cubas.