A abóbada do poder social.
A abóbada do poder umbilical, que habita, no cerne do que concerne o poder central e suas variações sociais e políticas rola a roleta sobre o jogo entre o A e o B. Quem faz valer essa voz? A voz do poder tem várias facetas e facetas mil. O poder rebela-se contra a voz do coletivo:- onde a massa de insatisfeitos e subjugados embola-se em entrelinhas de quem quer ir além do senso-comum. Quem libertará essa voz uníssona que saiu do caos e veio ser elevada nos centros e instituições que contribuem para insuflar o seu próprio desmoronamento sufixal. O institucionalismo acelera os achismos de que violências locais denotam a vontade de certos grupos e conglomerados.
As corporações e seus grandes chefes unem-se para rir de revoltas deslocadas e tresloucadas. É o contramovimento do poder da voz cidadã contra o poder legitimado. É nesse fenômeno que mora o perigo de um caos social que tenta se estabelecer entre a vontade de poder entre os diferentes grupos sociais e suas ideologias complacentes com as vontades do próprio poder. Existe uma grande diferença social sobre os conceitos e revelações sobre os fenômenos sociais estabelecidos. A coletividade se embola ao sujeito e sua interdependência e poder de persuasão. Cada sujeito quer e todos têm sua voz multiplicada nos eixos das várias esferas de demandas dos anseios políticos e caricaturalmente essenciais. As atividades do coletivo tornam-se subversivas a medida que os poderes constituídos tendem a manter o imbróglio sobre suas próprias eméritas falsetas. A manutenção do status quo e da liberdade de expressão formulou-se de forma que a coletividade explode em sumários pontos de ebulição e efervescência sociocultural.
A globalização já não é o guarda-chuva principal que em sua força poderia dar conta das ementas e demandas dos seus próprios mantedores. Urge que a sociedade civil liberte-se dos flagelos midiáticos e o senso crítico venha ainda que tardio para as massas, não por revolução, pois parece que o globo não sai de vários estereótipos de revoluções e contra revoluções.
A especificidade de cada movimento denota em seus preâmbulos as mazelas de seus interesses e enfatizam que há um mal estar social generalizado. Com gritos de liberdade e contra esse ou outro problema do esqueleto social, os grupos se movimentam de formas díspares. O comum já não nos serve de maneira geral. Qual seria a especialidade que traria uma solução política e social?
Brás Cubas.
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