Vem do meu estômago o teu desejo. Vem do profundo eu, quando não sei ser eu. Vem em mim a mão da espada. Vem a mim a vida. Vem a mim! Vinde que te apresentara com toda ousadia ao meu jardim. Vem da nascente um rio cachoeira. Vem que te bato a sola dos sapatos na soleira e abro-te a porta dos corações.
Brás Cubas
Nenhum comentário:
Postar um comentário