Elfos e ninfetas
Vide o céu é o sol que brilha na matutina manhã
Ide ao encontro de Íris e vede a terra verter em flores
Vades onde puseras o adubo de todos os sentimentos
Ide de encontro a mágica desse mistério
Bebe nesta fonte infinita de tuas incertezas
Perguntas ao sol onde se escondeu a lua
Ela já boiava no céu quando tu partias
Era cedo demais para desvendar o baú
Foi muito afoito o luto da luta
Vide o céu é a lua que brilha na noite ferina
Ide ao espaço buscar o oxigênio dos Deuses
Vades onde encontrara a cor de teu âmago
Ide de encontro ao amo
Bebe o vinho no cálice dos desejos
Não hei de beber todos os desejos
É demasiado perigoso
A azia lhe converterá em traças
Ou em serpentes rastejantes no deserto do teu coração.
Brás Cubas.
Vide o céu é o sol que brilha na matutina manhã
Ide ao encontro de Íris e vede a terra verter em flores
Vades onde puseras o adubo de todos os sentimentos
Ide de encontro a mágica desse mistério
Bebe nesta fonte infinita de tuas incertezas
Perguntas ao sol onde se escondeu a lua
Ela já boiava no céu quando tu partias
Era cedo demais para desvendar o baú
Foi muito afoito o luto da luta
Vide o céu é a lua que brilha na noite ferina
Ide ao espaço buscar o oxigênio dos Deuses
Vades onde encontrara a cor de teu âmago
Ide de encontro ao amo
Bebe o vinho no cálice dos desejos
Não hei de beber todos os desejos
É demasiado perigoso
A azia lhe converterá em traças
Ou em serpentes rastejantes no deserto do teu coração.
Brás Cubas.

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