És tu beleza rara e vivaz
Já jaz atrás de minha porta
A porta de minha casinha floral
És tu oh flor das Onze-Horas
Ao meio dia e meia de fronte ao espelho
Tu me mordes, planta carnívora, e me olhas
És soturno desejo
Coroa para o defunto
Um mesmo tempo para o mesmo mundo
Entre terra e vermes periclitantes
Repique na tumba do amante
Donde surgem seres da mais variada espécie
Que flores são e exalam com exatidão
O exílio da canção
Natureza morta
Já bates a minha porta
Jardineira linda
Magnólia linda
Flor da Fruta-Pão
Sois Margarida dada ao peito do irmão
Augusto Piè.
Já jaz atrás de minha porta
A porta de minha casinha floral
És tu oh flor das Onze-Horas
Ao meio dia e meia de fronte ao espelho
Tu me mordes, planta carnívora, e me olhas
És soturno desejo
Coroa para o defunto
Um mesmo tempo para o mesmo mundo
Entre terra e vermes periclitantes
Repique na tumba do amante
Donde surgem seres da mais variada espécie
Que flores são e exalam com exatidão
O exílio da canção
Natureza morta
Já bates a minha porta
Jardineira linda
Magnólia linda
Flor da Fruta-Pão
Sois Margarida dada ao peito do irmão
Augusto Piè.
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