Hoje novamente a vida me lambe os beiços, mas que torrente teimosa que insiste em perseguir os poetas. Ela me olha e me diz: -Sou a vida e o sopro d'alma. Não vim te buscar e não vou te levar para onde queres. Ide sem olhar para trás. Ide com tuas próprias pernas. Eu sou a vida lhe dei pernas para caminhar.
Brás Cubas.
Brás Cubas.
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