Não queima na palha verde
Espero que estes versos não terminem em quedê
Donde urgem ultra paisagem das flores belas
Não espanque a flor bela
Bela a rosa quando sorri ao amanhecer
Bela é a Cotovia e o seu cantarolar e piar
Bela é a face do retrato da mulher burguesa
Eu que vos ponho prato, garfo e faca a mesa
Todos que comem na mão dos amigos
Devem ter a prova do alimento ingerido
Espero que o segundo bloco desse poema saia querido
Eu que deveras ser vosso barquinho
Não queimas este mar donde navegas
Não ponha chamas no barco a velas
Não sorrias com os dentes escancarados
Rir de tudo faz parte do passado.
Brás Cubas.
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