Axiomas de prelúdio.
O quarto.
Trancaste a tua sanidade no quarto escuro
No quarto cheio de quinquilharias
Derrubaste o muro
Ao som do sussurro
Neste muro subirias tu
Alavancaste a memória do quarto
O quarto nada fala de seus abjetos objetos
Seus alfarrábios selaram
Os beijos eternos
Os homens modernos
E a moderna porta estandarte
Trouxeste o ouro de estórias
Me contastes tuas glórias dos tempos passados
Eu que quando escuto ardo
Nem no sonho te calo
Pois o quarto é o talo do teu elo com o meu cego ego
Falaste de tudo neste quarto
E pusera em mim o saldo dos sentimentos remexidos enfim.
Brás Cubas.
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